quarta-feira, 28 de maio de 2014

Capítulo 7 - O passado não podemos remediar mas o presente sim.








Depois de acabarmos nós de rir,fui buscar bebidas para beber e um saco de gomas, hmm como eu adoro gomas e chocolate. Sempre gostei bastante de comer.

-Diz lá o que tinhas para me contar - perguntou o meu primo curiosos.

- Prontos cá vai! Sei que vais ficar admirado ou vais me dar um sermão, mas quê que queres aconteceu - disse enquanto fazia uma cara seria.

- Ui já estou com medo, desembucha! - disse com cara que já sabia que vinha aí algo que não ia gostar muito.

- Eu estou a escrever com um gajo! -  disse lhe o mais rápido possível.

- Tu o que? - perguntou enquanto tinha uma cara de espanto.

- Foi isso que ouvistes! - disse lhe nervosa, a opinião do meu primo era muito importante para mim.

- Bem estou admirado - respondeu me, eu bem sabia que ainda havia aí um mas.

- Vá podes começar - disse lhe, porque tinha a certeza que ele tinha algo mais para dizer.

- É estranho tu estares a escrever com um gajo, não sabes quem é nem sabes se não está um maluco no outro lado. Tu não falas com mais ninguém "masculino" vá dissemos assim, sem ser os da tua família, nem com os que eram teus amigos falas e estas a falar com um desconhecido, isso eu não percebo. - disse um pouco desiludido.

- Eu sei, mas também é normal eu com os outros tenho que estar frente a frente e ali não, estou a escrever no chat,  estou a falar com alguém através do computador, é mais fácil para mim - tentei explicar a minha situação.

- Sim tens razão mas se tu não enfrentares isso, mais difícil vai ser para ultrapassar essa fase - tentou ver se me ajudava com as palavras dele.

- Eu sei mas é difícil - expliquei lhe.

- Eu sei mas, devias voltar a falar com as pessoas que te davas bem, elas gostam de ti e preocupam se contigo.

- Até parece que alguma vez quiseres saber se estava bem - disse lhe um pouco triste por saber que os meus amigos não me procurarão.

- Claro que quiserem - disse enquanto pegou nas minhas mãos.

- Aí sim então da me lá um exemplo - enquanto fala tudo nisto. Os olhos começavam a encharcar se com água, tentava fazer força para não cair nenhuma lágrima mas foi impossível.

- O Jorge! - respondeu enquanto me limpava as lágrimas que iam passando pela cara.

- Ele não me veio procurar - dizia  ao soluços, por estar a chorar.

- E claro que veio só que foi através de mim, ele não queria se aproximar enquanto tu não o dissesses. Ele tinha medo que a tu reação fosse má e que ele ficasse magoado.

- Eu a que estava magoada, era impossível ele ficar pior do que eu estava.

- Eu sei mas eu perguntei te se quisesses que ele viesse ter contigo, e tu dissestes que por enquanto não, quando tivesses preparada que ias ter com ele. Já passarão 2 anos e ainda não o fizestes, ele sente a tua falta, ele pergunta queda vez que estou com ele se tu estás bem - tentava dizer com que eu percebesse o lado do Jorge.

- Eu sei que tens razão, eu a que o impedi de vir ter comigo, mas ainda me custa, e claro que gostava de estar com ele, também tenho saudades dos tempos que passávamos  juntos. 

- Porquê que não vais um dia ter com ele ou envés de fugires dele quando o vês, enfrenta o, se não o fizeres não vais longe - tentava me chamar a razão.

- Tens razão, mas vou deixar as coisas aconteceram. Ele sabe de tudo? - perguntei a medo.

- Não tudo, é claro que não lhe contei o que aconteceu, só lhe disse que foi grave e que estavas mal e só lhe disse o que me dissestes para lhe dizer - disse em quanto me tranquilizava.

- Hmm ainda bem! - respirei de alívio, não queria que ele soubesse, pelo menos por enquanto.

- Mas ele sabe que estivestes 3 meses sem jogar.

- Como assim... dissestes lhe? - perguntei.

- Não, tu nunca deves ter reparado é normal com tanta gente, mas ele vai ver todos os teus jogos quando pode! - sorriu com orgulho.

- É sério, agora sinto me mal por o ter afastado de mim. - Sentia me mal porque se calhar fiz mal em o ter afastado, ele era meu amigo e era impossível me fazer mal.

- Não fiques triste, tinha que ser assim, o passado não podemos remediar mas o  presente sim. - disse referindo que podia mudar as coisas, se calhar tarde para podia ir a tempo.

- Pois tens razão.

- E a Sara? - perguntou a medo.

- Quê que tem? - respondi de forma rude.

- Já voltastes a falar com ela?

- Não ainda não deu sinal de vida, ela abandonou me no pior momento da minha vida. - estava mesmo desiludida com ela.

- Eu sei, mas ela está estranha, até comigo. - disse de forma triste. A Sara era uma óptima amiga, pensava eu mas desde aquele acidente nunca mais quis saber de mim. Eu foi ter com ela depois disso mas ela não estava pensava eu. Disse a mãe dela para ela me contactar assim que pudesse até agora nada. Já passei na rua por ela e ela vira me as costas, faz de conta que não me conhece e isso magoa me e muito.

- Ela sabe a onde estou, quando quiser, basta vir cá ter. - disse lhe o mais determinada possível, apesar se pudesse ia ter já com ela. Tenho  muitas saudades dela mas o orgulho fala mais alto.

- Se ela te pedisse desculpa aceitavas?

- Não sei...depende...é complicado! - respondi a pergunta do meu primo.

- Pois tens razão.

- Yaa...

- Adriana. - perguntou a medo.

- Sim - respondi sabendo que vinha aí coisa.

- Promete que enquanto não souberes com quem estás a escrever não te encontras com ele, só se eu estiver presente. - disss porque tinha medo que me acontecesse outra tragédia.

- Duvido que me vá encontrar com ele. - disse de forma determinada.

- Porque que dizes isso? - perguntou.

- Porque ele é de Barcelona.

- Ainda por cima. - bufou 

- Relaxa, não vai acontecer nada, eu nem sei o nome dele!

- Como assim. - respondeu achando estranho eu nem saber o nome dele.

- Então eu não perguntei o nome dele e ele também não disse nem perguntou se calhar percebeu que eu também não o queria saber porque também não quero dizer o meu. - expliquei a minha teoria.

- Ahh, já percebi, fazes bem em não dizer o teu nome é mais seguro.

- Pois...

- Meninos já é tarde, nos estamos cansados, vamos dormir ficam? - perguntou a minha mãe enquanto se mantinha na porta da entrada que da acesso a casa.

Olhamos pro relógio para ver que horas eram, como ainda era cedo para nós já que amanhã e domingo. Decidi desafiar o meu primo para uma partida de FIFA.

- Não ainda e cedo, borá jogar a FIFA o João. - desafiei o meu primo.

- Sim pode ser.

- Então e melhor ficares cá para não ires tarde para casa.- disse a minha mãe.

- Okey vou avisar só a minha mãe.- pegou no telemóvel e disse a mãe que ia cá dormir.Como o meu primo ainda habita um pouco longe de mim, a minha mãe não gostava que ele fosse de noite para baixo, por isso ele as vezes dormia em minha casa.

- Va nós vamos dormir, xau meninos portem se bem e juízo.

- Sim mãe. - respondi a minha mãe, ela veio se despedir de nos com um beijo na cara e subiu para o quarto dela. Nós fomos para dentro e ligamos a PlayStation.

-  Eu fico com o Benfica - disse o João aos gritos.

- Não, não ficas a PlayStation é minha por isso eu a que fico com. - Também lhe gritei de volta. As vezes parecíamos pequenas crianças.

- Isso não vale então ninguém fica com o Benfica. - disse o meu primo.

- Okey tens razão vá. - concordamos os dois.

O meu primo e eu éramos do Benfica desde pequenos. Ele que é jogador do Benfica B vive o Benfica todos os dias mas eu não ficava a trás. Era benfiquista ferrenha, festejava nas vitórias e sofria nos empates e na derrota. Sem dúvida que este anos fui nosso. Depois  do aconteceu no ano passado bem merecíamos estas 3 taças, fiquei triste foi pela Liga Europa, mas prontos a maldição deve mesmo existir.

- Eu fico com o Barcelona - disse o meu primo.

- Pff, a vontade, eu fico com o Real.

- A sério que vais para Barcelona? - perguntou o meu primo olhado para mim.

- Sim, espero eu. - disse entusiasmada.

- Mas tu nem gostas do Barcelona. - disse de forma a tentar perceber porque Barcelona.

- Eu não gosto do clube Barcelona mas gosto da cidade Barcelona que é a diferente. - tentei lhe explicar.

- Pois, mas Barcelona é melhor do que Real. - disse enquanto mantinha uma forma de que sabe tudo.

- Notasse, fizeram uma óptima época este ano sem dúvida. - disse de forma sarcástica.

- Foi azar só isso. - tentou defender se.

- Pois deve ter sido isso deve - disse com voz de gozo.

- Vamos mas é jogar. - disse tentando desviar o assunto.

- Já estás com tenta vontade de perder. - desafiei o.

- Eu não vou perder, espera só para ver o Boss a jogar.

- Desculpa Boss, haha essa foi hilariante. - disse a rir me da figura dele.

- Vais levar uma abada. - disse enquanto mantinha uma forma de que ia ganhar.

- Estou para ver.



Começamos a partida, o meu primo pensa que sabe jogar mas na verdade não sabe eu já lhe ensinei como se joga mas mesmo assim ele continua sem me vencer. Estaria ele mau se também jogasse assim com os próprios pés, graças a deus que não. O meu primo e eu desde putos que jogamos a bola na altura em que eu estava na escola com ele depois das aulas íamos sempre pro campo jogar com o pessoal. Eu era sempre a única rapariga mas isso não me impedia de jogar. Desde que o meu primo está no Benfica tem crescido bastante como jogador mas também como pessoa. Sempre que podia e posso acompanho a carreira dele, é raro perder um jogo dele, tenho bastante orgulho nele. Ele também me acompanha nos meus jogos quando pode, estou muito grata em ter um melhor amigo como ele, sem duvida que ele é essencial na minha vida. Cada dia que passa agradeço a deus de ainda poder estar com as pessoas que amo.

- Goloo - gritava eu quando marquei um golo - Isco, hahaha Boss.

- Eu não acredito, fogo - dizia amuado.

- Quem é a melhor quem? - perguntava eu com cara de gozo.

- Pff, nem respondo - dizia enquanto fazia cara de zangado 

- Haha também gosto muito de ti - disse enquanto ia na direção dele e dei lhe um beijo na bochecha.

- Vá, vamos continuar que ainda vais perder! - disse com cara de poucos amigos.

- Estou para ver! - respondi lhe enquanto me ria.

Continuamos a partida, como sempre sai vencedora. Ganhei por 3-0 golo de Isco e 2 de Cristiano Ronaldo. 
O meu primo ficou amuado como sempre depois de uma derrota, tem mau perder. Ainda vimos um filme mas acabamos por adormecer no sofá eu de um lado e o meu primo do outro. Acordamos de manhã com o barulho da minha mãe na cozinha.

- Nem a um domingo se pode dormir descasado - reclamava o meu primo enquanto se mexia para o outro lado. De repente ouve se um barulho. Era o meu primo que tinha caído do sofá. Eu só me ria das figuras dele.

- Não te rias o parola. - disse com voz de chateado.

- Hahah era impossível não me rir com as tuas figuras - disse não contendo o riso.

- Quê que se passa aqui - disse a minha mãe aparecendo na sala.

- Foi o João estava se a queixar do barulho e depois olha caiu do sofá. - disse já não aguentando o riso.

- Aconteceu - disse ele enquanto se recompunha.

- Quem vos mandou dormir no sofá, depois olha - disse a minha mãe.

- Adormecemos a ver um film - respondi a minha mãe.  
 
- Boa vida que vocês os dois levam - disse a minha mãe.

- Então temos que aproveitar enquanto podemos - respondeu o meu primo.

- Almoças cá? - perguntou a minha mãe.

- O tia você sabe que não dispenso nenhuma comida sua, mas qualquer dia a minha mãe põem me as malas a porta porque pensa que me mudei para cá - respondeu e nos desatamos nos a rir.

- Esta bem, fica pra próxima. - respondeu a minha mãe.

Levantamos nós do sofá e arrumamos as coisas que estavam espalhadas pelo o chão. O João pegou nas coisas dele e foi para casa. Ainda cominamos sair a tarde para ir as compras. A Leonor fazia daqui a uma semana anos e ainda não sabíamos o que comprar por isso decidimos ir os dois juntos às compras. Hoje não me apetecia ir correr então fui para cima e liguei o computador e Fui tomar banho. Quando sai do duche vi que tinha uma nova mensagem.


De Quem será a mensagem?

Olá :)
Espero que gostem deste novo capítulo e que deixem os vossos comentários. Fico a espera!
Bjs 




domingo, 4 de maio de 2014

Capítulo 6 - Nada melhor de ter uma boa companhia

Capítulo 6 - Nada melhor do que de ter uma boa companhia


Tudo parecia fácil. Só que não era, cada vez era mais complicado. Não sabia o que fazer não queria continuar assim mas não tenho como evitar. Será que tinha mas não consigo. Porque a mim? Era tudo e mais alguma coisa...

- Ola- despertei dos meus pensamentos quando ouvi uma voz que me era muito familiar.

- João - disse eu indo na direção dele e abraçando

- A pensar na vida?- disse ele dando me um beijo não bochecha

- Sim - sorri para ele

- Esta tudo bem? - perguntou ele  contribuído o sorriso 

- Sim e contigo?- disse enquanto mantinha os meus olhos fixos no dele.

- Também

- Que fazes aqui?

- Então vim ter com a minha querida prima não posso? - perguntou enquanto íamos caminhando pela praia.

- Claro que podes! Ja tinha saudades tuas! - disse abraçando.

- Eu também pequenina! - contribuído o abraço.

- Opa João não sou assim tão pequena - disse com cara amuada.

- Mas es mais pequena que eu - disse rindo se.

- Só são 8 cm - disse a rir me também.

- Mas es e serás sempre a minha pequenina - respondeu abraçando me. 

- Não existes - sussurrei-lhe.

- Vamos jantar - perguntou me, enquanto passava a mão pela barriga.

- Bem era milagre se não tivesses fome - ri me.

- Olha quem fala, sabes que um jogador de futebol tem que se alimentar, tu própria o sabes - Disse olhando me nos olhos.

- Pois sei, vá vamos vou só telefonar a minha mãe -peguei no meu telemóvel.  

- Não é preciso eu ja a avisei!

- Como assim? - Perguntei- lhe

- Então eu fui la a casa ter contigo para te convidar a jantar, mas como não estavas avisei a tua mãe e vim ter contigo - respondeu.

- Ah como a que me encontrastes? 

- Então foi fácil fui a loja como  ja estava fechada, quando ia a passar por aqui vi te, ainda te tentei telefonar mas não atendestes!

- Pois estava no silêncio.

- Vamos - perguntou quando paramos de andar.

- Sim mas vamos a onde?

- Não sei!

- Que tal ao Mac?

- Por mim sim, podíamos ir ao Colombo e depois íamos ao cinema, sim? - perguntou enquanto fazia aquele olhar quando queria sempre me pedir alguma coisa.

- Sim vamos la - disse rindo me da figura dele.

- Yuppi - gritou enquanto saltava como uma pequena criança.

Assim que terminou descantando os dois a rir. Caminhamos em direção ao carro do João, ele resolve me levar até la como se levasse um saco de batatas no ombro.


- Opa João põem me no chão!-disse conforme lhe ia batendo nas costas.

- Não!

-João Rafael põem me já no chão! - dizia já as gritos.

- Esquecestes do, Brito Teixeira! - respondeu conforme se ria.

- Epa não estou a gozar! - respondi com voz seria, mas o que me apetecia mesmo era de me rir.

- Esta bem!

- Uffe estava a ver que não.
  

Desatamos os dois a rir. O tempo que passava com o meu primo era dos melhores, ele punha me sempre a rir. Quando estava em baixo era quase sempre ele que estava comigo, era umas das poucas pessoas que deixei que se aproximasse de mim depois daquilo. 
Éramos primos direitos, éramos bastantes parecidos na forma de ser o caráter e muito mais mas a cara não somos nada parecidos. Eu era mais morena do que ele, ele tinha olhos azuis, eu tenho olhos castanhos. Os meus tios são morenos, ele sai a irmã da minha tia. O meu pai também é moreno, eu e o meu irmão somos como ele ,a minha mãe ja não o é morena. O meu pai é irmão do pai do Joao. São prima direita do meu primo mas não tenho o mesmo nome de família, não sei porquê que os meus pais não o quiseram. O meu primo e eu sempre fomos muitos cúmplices desde pequenos, mais do que com o meu irmão, acho que também tem a ver com a diferença de idade. Eu ia fazer daqui a uns dias anos, por isso ia ter os meus 19. O meu irmão já tem 24 anos, como eu e o meu primo nem dois anos de diferença temos, demos nos mais bem, deve ser também porque tenho mais em comum com o Joao do que com o meu irmão. 
A caminho para o Colombo íamos sempre na brincadeira, a ouvir a música e a cantar ao mesmo tempo. O João canta mesmo mal, eu também mas ele ainda pior.


-Fogo, cantas mesmo mal! - disse começando me a rir.

- Eu sei hahha ainda não sei como os vidros ainda nao se partiram - respondeu conforme se ria.

Sem dúvida ele punha me sempre a rir. Ele e a Leonor são os meus palhaços. Raramente esta mal dispostos. Só quando a Leonor teve uma fase mais ma mas prontos já estava tudo bem. Eu era a que sou mais mal disposta. As pessoas as vezes dizem que sou fria. Eu sei que o seu. Digo o que tenho a dizer logo que tenho oportunidade, não estou ca com rodeios. 
Quando chegamos ao Mac fomos pedir o nosso  jantar. Eu como sempre levava o meu Big Mac hmm que bom. Decidi publicar uma foto do meu jantar no insta.


                                                    Hmm que bom :P :* 


- Tenho a certeza que a Leonor vai comentar.

- Pois vai!

A Leonor era capaz de comer todos os dias no Mac, ela adora isto. Não sei como a que ela consegue, ela como muito mas não engorda, ja eu não digo o contrário. Se não fizesse tanto desporto, anda por ai a rebolar.
5 minutos depois ja tinha um comentário no insta.


- Hahahah ja tenho um comentaria- disse conforme me ria.

- Deve ser ela.


LeonorL09 : Não acredito que não me chamastes. :O

AdrianaR03: Desculpa!Mas o meu primo convidou me :*

LeonorL09 : Ainda por cima :O --> desiludida :c

AdrianaR03 : Fica pra próxima :* 

LeonorL09 : Fico a espera :P :*



- Fostes ver? - perguntei enquanto olhava para ele.

- Sim, o que foi aquilo de ainda por cima? - perguntou com um sorriso malandro.

- Haha até parece que não sabes!

- O que? - perguntou se fazendo de despercebido. 

- Olha ela não se importava nada de passar um boa noite contigo. 

- Eu também não - respondeu conforme se ria.

- Eu não quero que isso aconteça! - disse enquanto acabava de comer as minhas batatas fritas.

- Porque? - perguntou confuso.

- Não quero que os meus melhores amigos se envolvem, ainda da pó torto.

- Não da nada por torto.

- Como eu vos conheço! Vocês só querem curtir, não querem se apaixonar, e depois se acontece com um dos dois os com os dois. Depois namorem e zangam se e depois quem fica magoada sou eu com tudo isso - foi a primeira vez que desabafei desse tema com o meu primo, tentava sempre adiar este assunto.

- Eu sei, tens razão, não vai acontecer nada, eu garanto te!- respondeu enquanto segurava na minha mão. 

- Obrigada Joao.

- Não tens que agradecer, es minha prima, e tens razão! - respondeu enquanto nos íamos levantar para arrumar os tabuleiros com o resto da comida.

Fomos em direção ao cinema e escolhamos um filme para ver, de preferência de comédia ou de ação que bem preciso.
No fim do filme fomos para o carro a onde entramos.


- Queres ir para casa? - perguntou o meu primo.

- Que horas são?

- 22:30h.

- Ah - respondi um pouco triste.

- Que foi? - perguntou preocupado.

- Nada! - respondi desviando a cara para o lado direito.

- Leonor, olha para mim - disse.

- Sim - respondi virando me para ele.

- Eu conheço te, sei que me estas a esconder alguma coisa, ficastes estranha quando soubestes as horas.

- E não - tentei convencelo.

- Sempre me contastes tudo ou não? - perguntou me

- Sim é claro que sim - respondi olhado nos olhos dele.

- Então porque que não o fazes agora?

-   Não te consigo enganar pois não? - perguntei lhe, já não tinha volta a dar tinha que lhe contar, mais tarde ou mais cedo ele ia descobrir por isso conto lhe tudo.

- Ja sabes que isso é impossível- respondeu, sorrindo para mim.

- Conto te quando chegarmos a casa! - disse para ele contribuindo o sorriso.

- Okey

Em poucos minutos chegamos a casa. Estacionou o carro a entrada da porta da garagem. Abri a porta da frente e entramos os dois em direção a sala.

- Boa noite pessoal - falem enquanto olhava para os meus pais que estavam a ver televisão.

- Boa noite meninos- disseram os meus pais.

- Ainda açorados? - perguntei enquanto me sentava ao lado do meu primo no sofá.

- Sim, amanha é domingo!

- Pois é ainda bem.

- Então Joao encontrastes a tua prima? - perguntou a minha mãe.

- Sim foi fácil - respondeu sorrindo.

- Vamos pro terraço? - perguntei ao meu primo.

- Sim vamos

Levantamos nos e fomos direção ao meu terraço e Sentamos nos mas cadeiras.

- Contá-la, quero saber tudo de frente para traz e de traz pra frente! - disse em quanto se ria.

- Que exagero fogo! - respondi enquanto também me ria com ele.

- Fogo, a onde não vejo nada! - disse enquanto olhava de um lado para outro, como se estivesse a procura de alguma coisa.

- Opa Joao a serio, não dizes coisa com coisa!

Desatamos os dois a rir como pequenas crianças. Era agora que ia contar aquilo ao meu primo. Será que ele vai reagirá bem. O João sempre  foi muito protetor, já parece o meu pai.

O que será que a Adriana tem que contar ao João. 
Será que não acontecerá nada entre a Leonor e o João?
Olá a todas espero que gostem deste capítulo, quero saber a vossa opinião sff, que é muito importante.

Bjs ;)